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A RÁDIO DO POVO!

 

desaparecimento do piloto Maike Estefaneli Barcelos e do empresário Douglas Lana, ambos de 30 anos, que saíram de asa delta motorizada, de Linhares, no Norte do Espírito Santo, completa quatro meses nesta segunda-feira (21) e ainda não há informações sobre a localização deles.

Os dois saíram de Linhares no dia 21 de setembro, por volta das 5h, com destino a Mucuri, na região Sul da Bahia, para um encontro de aero camping. Das 60 aeronaves cadastradas no evento, apenas a do piloto não chegou.

 
Piloto Maike Estefaneli Barcelos e empresário Douglas Lana — Foto: Reprodução/TV GazetaPiloto Maike Estefaneli Barcelos e empresário Douglas Lana — Foto: Reprodução/TV Gazeta

Piloto Maike Estefaneli Barcelos e empresário Douglas Lana — Foto: Reprodução/TV Gazeta

No dia 22 de setembro, um dia após o sumiço da dupla, familiares acionaram o Corpo de Bombeiros e o Núcleo de Operações e Transporte Aéreo, que fizeram buscas na Reserva de Sooretama e pela Lagoa Juparanã, em Linhares, que foi o local onde o aparelho de celular dos desaparecidos emitiu sinais pela última vez.

Familiares dos desaparecidos chegaram a pedir a quebra do sigilo telefônico dos dois, para tentar encontrá-los por meio do GPS. A Justiça autorizou no dia 23 de setembro, mas mesmo assim os dois não foram encontrados.

 

Mensagem

 

namorada do empresário Douglas Lana disse que recebeu uma foto dele logo após a aeronave levantar voo.

 
Namorada de empresário desaparecido recebeu foto após asa delta decolar no ES — Foto: Reprodução/ TV GazetaNamorada de empresário desaparecido recebeu foto após asa delta decolar no ES — Foto: Reprodução/ TV Gazeta

Namorada de empresário desaparecido recebeu foto após asa delta decolar no ES — Foto: Reprodução/ TV Gazeta

A imagem foi feita às 5h14, em Linhares, no Norte do Espírito Santo. Na foto, tirada por Douglas, dá para ver o piloto durante o voo.

 

Dificuldade na visualização

 

O comandante da aeronave do Notaer que participou das buscas à época, o helicóptero Harpia 2, o major Wellington Luiz Kunsch, informou que, por ser uma aeronave pequena, caso tenha caído em área de floresta ou plantação de eucalipto, a copa das árvores podem encobrir os destroços e dificultando a visualização e o resgate.

 
FONTE: G1
 

 Data de publicação - 22/01/2019 10:49:12



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